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domingo, 13 de setembro de 2015

Infância Sadia e FELIZ.Como Oportunizar?

O poder da relação, do toque, do contato, da afetividade e do amor são elementos essenciais para uma autoestima sadia e pró-ativa da criança.
Um adulto feliz é resultado da qualidade da relação afetiva simples e natural. Sem mimos demasiados e materialismo compulsivo e impressivo. 
Limites e afetividade, a base do pilar da educação na relação familiar.
Para ilustrar, deixo aqui as palavras de Augusto Cury: 
¨Geração triste¨
Nunca tivemos uma geração tão triste, tão depressiva. Precisamos ensinar nossas crianças a fazerem pausas e contemplar o belo. Essa geração precisa de muito para sentir prazer: viciamos nossos filhos e alunos a receber muitos estímulos para sentir migalhas de prazer. O resultado: são intolerantes e superficiais. O índice de suicídio tem aumentado. A família precisa se lembrar de que o consumo não faz ninguém feliz. Suplico aos pais: os adolescentes precisam ser estimulados a se aventurar, a ter contato com a natureza, se encantar com astronomia, com os estímulos lentos, estáveis e profundos da natureza que não são rápidos como as redes sociais."



¨Mais brincadeira, menos informação¨ 
"Criança tem que ter infância. Precisa brincar, e não ficar com uma agenda pré-estabelecida o tempo todo, com aulas variadas. É importante que criem brincadeiras, desenvolvendo a criatividade. Hoje, uma criança de sete anos tem mais informação do que um imperador romano. São informações desacompanhadas de conhecimento. Os pais podem e devem impor limites ao tempo que os filhos passam em frente às telas. Sugiro duas horas por dia. Se você não colocar limite, eles vão desenvolver uma emoção viciante, precisando de cada vez mais para sentir cada vez menos: vão deixar de refletir, se interiorizar, brincar e contemplar o belo."
Segue aqui, algumas simples e conhecidas dicas e que fazem toda a diferença, quando seu filho ainda é criança. Bom proveito!
                                     *Rosangela Vali*

15 COISAS PARA FAZER ANTES QUE OS FILHOS CRESÇAM:
- Segurá-lo por uma hora inteira, enquanto ele descansa em seus braços (lembre-se de que em pouco tempo seu corpo não caberá mais nesse mesmo espaço).
- Sentir sua mão que a agarra com força, apesar de ter o tamanho do dedo mindinho.
- Cheirar seu cabelo, na tentativa de guardar para sempre na memória aquele aroma de bebê.
- Fazer caretas e vê-lo gargalhar. E perceber que a alegria não depende de mais nada.
- Deixá-lo dormir em sua cama naquela noite terrivelmente fria de inverno.
- Levá-lo à praia e passar uma tarde inteira pegando conchinhas.
- Marcar sua altura na mesma parede, a cada ano que passa.
- Comer chocolate escondido e vê-lo se perguntar de onde vem aquele cheirinho gostoso (que dó!).
- Inventar a história mais sem pé nem cabeça que lhe passar pela cabeça. Ele não discutirá o porquê "da girafa ter entrado no disco voador para ir à festa que a vovó está fazendo no quintal de casa".
- Aproveitar o título de mãe (ou pai) mais sabido do universo.
- Brincar de esconde-esconde e vê-lo com metade do corpo para fora do esconderijo, certo de que está muito bem escondido.
- Tomar chá imaginário, comer a comida do restaurante que ele acabou de abrir ou brincar de super-herói (com direito a correr com capa pela casa).
- Fazer com as próprias mãos seu bolo de aniversário (aproveite que nessa fase ele sempre dirá que ficou lindo, independente de seu grau de inabilidade para a tarefa).
- Abraçá-lo com todas as suas forças na saída da escola. Em alguns anos, isso será considerado "pagar o maior mico com a galera".
- Dizer "eu te amo" todos os dias! Para que nunca, sequer por um segundo, ele deixe de acreditar você estará lá sempre que ele precisar.

domingo, 10 de agosto de 2014

PAI - Função Primordial à Família e Escola


A importância do papel de  PAI

É indiscutível a importância do papel do pai no desenvolvimento da criança e a necessária interação entre pai e filho. 
Essa interação é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e social, pois facilita o desempenho escolar e a integração da criança na comunidade.Este fator é decisivo no desenvolvimento da psico afetividade e, consequentemente, para as relações sociais da criança.

A função paterna inclui o papel de estabelecer limites, ajudar o filho a ter noção de certo e errado, com atitudes decisivas para a formação do caráter. 
Há outro aspecto que não pode ser ignorado: a presença do pai mostra à criança que, além da mãe, a figura paterna também é significativa, numa visão psicanalítica. 
A “ausência” da mãe em relação ao filho, com a presença significativa do pai no relacionamento pai-filho-mãe, contribui para que o bebê tenha vida própria, independentemente da mãe. Trata-se de uma “separação”, isto é, de um corte necessário para o bom desenvolvimento infantil.

A contribuição das teorias psicológicas
Do ponto de vista científico, é fundamental o papel da figura do pai no desenvolvimento e psiquismo infantil. 
Freud, em seu trabalho “Leonardo da Vinci e uma lembrança infantil”, afirma que, na trama familiar, “na maioria dos seres humanos, tanto hoje como nos tempos primitivos, a necessidade de se apoiar numa autoridade de qualquer espécie é tão imperativa que seu mundo desmorona se essa autoridade é ameaçada”. Trata-se de um pressuposto estruturante do pai, presente a partir da instauração do complexo de Édipo. Estudos da psicossomática, que versam sobre a interação entre a saúde psíquica e os problemas físicos, revelam que “a imagem do pai é aquela de quem costuma impor limites aos filhos. Então, faz sentido a ideia de que sua ausência esteja relacionada a transtornos alimentares, por exemplo”, diz Maria Rosa Spinelli, da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática (ABMP).
De acordo com a visão de especialistas ligados à ABMP, problemas de obesidade ocorrem em crianças cujos pais estão sempre ausentes em seu desenvolvimento e formação. Também o afastamento do pai tem resultado em consequências para a aceleração do amadurecimento da sexualidade nas meninas. Tem sido reconhecido por esses especialistas que a consolidação das relações familiares ajuda a retardar a menarca (primeira menstruação da menina). Por outro lado, aquelas que convivem satisfatoriamente com os pais nos cinco primeiros anos de vida tendem a entrar na puberdade mais tarde.
Aberatury (1991), em seu texto “Paternidade: um enfoque psicanalítico”, considera que a presença do pai entre os seis e doze meses de vida é relevante quando se dá o contato corporal entre o bebê e o pai, no dia-a-dia, sendo referência na organização psíquica da criança, tendo em vista sua função estruturante para o desenvolvimento do ego. Ao atingir o segundo ano de vida, onde já existe a imagem de pai e mãe, a figura paterna é acentuada e tem a função de apoiar o desenvolvimento social da criança. De modo geral, vários especialistas (psicólogos, psicanalistas) concordam que, em famílias sem a presença do pai ou nas quais há pouca interação com os filhos, estes têm desempenho cognitivo abaixo do normal, com probabilidades de atraso escolar.
Diversos estudos (de psicólogos e neurologistas) também têm revelado que a rejeição do pai ao filho gera ansiedade e insegurança, tornando a criança hostil e agressiva em relação às demais. Lamentavelmente, essa rejeição pode também provocar frequente dor emocional durante quase toda a vida. Chega-se mesmo a dizer que o carinho de um pai contribui tanto ou mais para o desenvolvimento da criança quanto o carinho da mãe.

A figura masculina no desenvolvimento infantil 
Os filhos sempre necessitam da presença dos pais. A figura masculina é fundamental como apoio e segurança, como referencial de valores que sempre cabe ao pai transmitir. Os jovens procuram no pai um modelo com o qual possam se identificar. Na ausência do pai, os jovens podem migrar para outros modelos, nem sempre recomendáveis.
Reconheçamos que o pai é quem tem condições naturais, como referência, para o discernimento necessário para que a criança se situe em relação à presença do ser masculino na família. Para o filho, em particular, o pai deve ser o modelo de masculinidade. Não se espera que a mãe seja esse modelo. A presença saudável do pai, para o menino, ajuda-o a resolver sua própria masculinidade. Quanto às meninas, o pai é a imagem do que o homem é e como ele deve ser. Ele pode ser modelo de homem a ser amado ou odiado; modelo para merecer ou não a sua confiança.
O pai ausente
Quando nos referimos ao “pai ausente”, não significa aquele que está fisicamente separado do filho e quase nunca consegue vê-lo. Efetivamente o pai ausente aqui mencionado é aquele que quase ou nunca contribui para a formação e educação dos filhos. Em muitas situações, o pai está fisicamente presente, porém indiferente ao desenvolvimento do filho. Essa indiferença pode estar presente no dia-a-dia da criança, quando o pai nunca encontra tempo para carinhos e elogios ou sempre lhe falta tempo para estudar, brincar, jogar, passear com o filho.
É fundamental que o pai participe da vida do filho, de seus momentos importantes, sejam estes bons ou ruins. Procurar compreender o filho em seus momentos adversos, com orientações sobre sua vida, é sempre uma postura que acrescenta muito para o bem-estar e desenvolvimento da criança.
Uma vez efetivada a presença do pai, a criança, certamente, precisará de uma figura paterna para fortalecer o seu desenvolvimento. Uma família que tem um pai ausente poderia até inserir a presença de alguém para suprir essa carência de masculinidade. Nessas circunstâncias, seria um tio, um avô, um amigo, alguém! 
Reconheçamos que, na atualidade, o pai vem dividindo com a esposa tarefas domésticas; vai a reuniões da escola dos filhos, leva-os a terapias, a aulas de natação, dança, futebol, judô,etc, num contexto em que ocorrem transformações históricas e sociais, com novas configurações familiares e alterações nos papéis do homem e da mulher. Torna-se, porém, preocupante, o futuro da figura do pai na família.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Filha(o) anda logo!




O dia em que parei de mandar minha filha andar logo
O texto abaixo foi publicado originalmente em inglês no blog “Hands free mama” e é de autoria de Rachel Macy Stafford, uma professora de educação especial. A tradução para o português foi feita pela equipe do Portal Aprendiz
Quando se está vivendo uma vida distraída, dispersa, cada minuto precisa ser contabilizado. Você sente que precisa estar cumprindo alguma tarefa da lista, olhando para uma tela, ou correndo para o próximo compromisso. E não importa de quantas maneiras você divide o seu tempo e atenção, não importa quantas obrigações você cumpra em modo multi-tarefa, nunca há tempo suficiente em um dia.
Essa foi minha vida por dois anos frenéticos. Meus pensamentos e ações foram controlados por notificações eletrônicas, toques de celular e uma agenda lotada. Cada fibra do meu sargento interior queria cumprir com o tempo de cada atividade marcada na minha agenda super-lotada, mas eu nunca conseguia estar à altura.
Sempre que minha criança fazia com que desviasse da minha agenda principal, eu pensava comigo mesmo: “Nós não temos tempo pra isso.”
Veja bem, seis anos atrás, eu fui abençoada com uma criança tranquila, sem preocupações, do tipo que para para cheirar flores.
Quando eu precisava sair de casa, ela estava levando seu doce tempo pegando uma bolsa e uma coroa brilhante.
Quando eu precisava estar em algum lugar há cinco minutos, ela insistia em colocar o cinto de segurança em seu bichinho de pelúcia.
Quando eu precisava pegar um almoço rápido num fast-food, ela parava para conversar com uma senhora que parecia com sua avó.
Quando eu tinha 30 minutos para caminhar, ela queria que eu parasse o carrinho e acariciasse todos os cachorros em nosso percurso.
Quando eu tinha uma agenda cheia que começava às 6h da manhã, ela me pedia para quebrar os ovos e mexê-los gentilmente.
Minha criança sem preocupações foi um presente para minha personalidade  apressada e tarefeira – mas eu não pude perceber isso. Ó não, quando se vive uma vida dispersa, você tem uma visão em forma de túnel – sempre olhando para o próximo compromisso na agenda. E qualquer coisa que não possa ser ticada na lista é uma perda de tempo.
Sempre que minha criança fazia com que desviasse da minha agenda principal, eu pensava comigo mesmo: “Nós não temos tempo pra isso.” Consequentemente, as duas palavras que eu mais falava para minha pequena amante da vida eram: “anda logo”.
Eu começava minhas frases com isso:
Anda logo, nós vamos nos atrasar.
Eu terminava frases com isso:
Nós vamos perder tudo se você não andar logo.
Eu terminava meu dia com isso.
Anda logo e e escove seus dentes. Anda logo e vai pra cama.
Ainda que as palavras “anda logo” fizessem pouco ou nada para aumentar a velocidade de minha filha, eu as dizia de qualquer maneira. Talvez até mais do que dizia “eu te amo”.

Anda logo!
A verdade machuca, mas a verdade cura… e me aproxima da mãe que quero ser.
Até que em um dia fatídico, as coisas mudaram. Eu havia acabada de pegar minha filha mais velha de sua escola e estávamos saindo do carro. Não indo rápido o suficiente para o seu gosto, minha filha mais velha disse para sua irmã pequena, “você é lenta”. E quando, após isso, ela cruzou seus braços e soltou um suspiro exasperado, eu me vi – e foi uma visão de embrulhar as tripas.
Eu fazia o bullying que empurrava e pressionava e apressava uma pequena criança que simplesmente queria aproveitar a vida.
Meus olhos foram abertos; eu vi com clareza o dano que minha existência apressada estava causando às minhas duas filhas.
Com a voz trêmula, olhei para os olhos da minha filha mais nova e disse: “Me desculpe por ficar fazendo você se apressar, andar logo. Eu amo que você, tome seu tempo e eu quero ser mais como você”.
Ambas me olharam surpresas com a minha dolorosa confissão, mas a face da mais nova sustentava o inequívoco brilho da aceitação e do reconhecimento.
“Eu prometo ser mais paciente daqui em diante”, disse enquanto abraçava minha filha de cabelos encaracolados. Ela estava radiante diante da promessa recém-descoberta de sua mãe.
Foi bem fácil banir o “anda logo” do meu vocabulário. O que não foi tão fácil foi adquirir a paciência para esperar pela minha vagarosa criança. Para nos ajudar a lidar com isso, eu comecei a lhe dar um pouco mais de tempo para se preparar se nós tivéssemos que ir a algum lugar. Algumas vezes, ainda assim, ainda nos atrasávamos. Foram tempos em que eu tive que reafirmar que eu estaria atrasada, nem que se fosse por alguns anos, se tanto, enquanto ela ainda é jovem.
Quando minha filha e eu saíamos para caminhar ou íamos até a loja, eu deixava que ela definisse o ritmo. Toda vez que ela parava para admirar algo, eu afastava os pensamentos de coisas do trabalho e simplesmente a observava as expressões de sua face que nunca havia visto antes. Estudava com o olhar as sardas em sua mão e o jeito que seus olhos se ondulavam e enrugavam quando ela sorria. Eu percebi que as pessoas respondiam quando ela parava para conversar. Eu reparei como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela é uma observadora, e eu rapidamente aprendi que os observadores do mundo são presentes raros e belos. Foi quando, finalmente, me dei conta de que ela era um presente para minha alma frenética.
Minha promessa de ir mais devagar foi feita há quase três anos e ao mesmo tempo eu comecei minha jornada de abrir mão das distrações diárias e agarrar o que importa na vida. E viver num ritmo mais devagar demanda um esforço concentrado. Minha filha mais nova é meu lembrete vivo do porquê eu preciso continuar tentando. E de fato, outro dia, ela me lembrou de novo.
Nós duas estávamos fazendo um passeio de bicicleta, indo para uma barraquinha de sorvetes enquanto ela estava de férias. Após comprar uma gostosura gelada para minha filha, ela sentou em uma mesa de piquenique e observou deliciada a torre gélida que tinha em suas mãos.
De repente, um olhar de preocupação atravessou seu rosto. “Devo me apressar, mamãe?”
Eu poderia ter chorado. Talvez as cicatrizes de uma vida apressada nunca despareçam completamente, pensei, tristemente.
Enquanto minha filha olhava para mim esperando para saber se ela poderia fazer as coisas em seu ritmo, eu sabia que eu tinha uma escolha. Poderia continuar sentada ali melancolicamente lembrando o número de vezes que eu apressei minha filha através da vida… ou eu poderia celebrar o fato de que hoje estou tentando fazer as coisas de outra forma.
Eu escolhi viver o hoje.
“Você não precisa se apressar. Tome seu tempo”, eu disse gentilmente. Toda sua cara instantaneamente abrilhantou-se e seus ombros relaxaram.
E então ficamos sentadas, lado a lado, falando sobre coisas que crianças de 6 anos que tocam ukelele gostam de falar. Houve momentos em que ficamos em silêncio, sorrindo uma para a outra e admirando os sons e imagens ao nosso redor.
Eu imaginei que ela fosse comer todo o sorvete – mas quando ela chegou na última mordida, ela levantou uma colheirada repleta de cristais de gelo e suco para mim. “Eu guardei a última mordida pra você, mamãe”, disse orgulhosa.
Enquanto aquela delícia gelada matava minha sede, eu percebi que consegui um negócio da China. Eu dei tempo para minha filha e em troca ela me deu sua última mordida de sorvete e me lembrou que as coisas tem um gosto mais doce e o amor vem mais dócil quando você para de correr apressada pela vida.
Seja comendo sorvete, pegando flores, apertando o cinto de bichinhos de pelúcia, quebrando ovos, encontrando conchinhas, observando joaninhas ou andando na calçada.
Nunca mais direi: “Não temos tempo pra isso”, pois é basicamente dizer que não se tem tempo para viver.
Tomar seu tempo, pausar para deleitar-se com as alegrias simples da vida é o único jeito de viver de verdade – acredite em mim, eu aprendi da especialista mundial na arte de viver feliz.

RESULTADO EM AÇÂO!



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Na aventura de aprender de nossas crianças e jovens,
pais e professores são a bússola para o caminho de
descobertas e aprendizagens significativas e felizes.
(Rosangela Vali - Pedagoga e Psicopedagoga)

"Somos diferentes, mas não queremos ser transformados em desiguais. As nossas vidas só precisam ser acrescidas de recursos especiais".

(Peça de teatro: Vozes da Consciência,BH)

MotivAÇÃO FAZ BEM!

Hoje Acordei Para Vencer! A automensagem positiva logo pela manhã é um estímulo que pode mudar o seu humor, fortalecer sua autoconfiança e, pensando positivo, você reunirá forças para vencer os obstáculos. Não deixe que nada afete seu estado de espírito. envolva-se pela música, cante ou ouça. Comece a sorrir mais cedo. ao invés de reclamar quando o relógio despertar, agradeça a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia. O bom humor é contagiante: espalhe-o. Fale de coisas boas, de saúde, de sonhos, com quem você encontrar. Não se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que há de bom dentro de si. Não viva emoções mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o máximo das pequenas coisas. Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que você as estima e precisa delas. Repense seus valores e dê a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz. Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obrigações atraentes, tenha garra e determinação. Mude, opine, ame o que você faz. Não trabalhe só por dinheiro e sim pela satisfação da "missão cumprida". Lembre-se: nem todos têm a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor. Transforme seus momentos difíceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando soluções ao invés de problemas. Veja o lado positivo das coisas e assim você tornará seu otimismo uma realidade. Não inveje. Admire! Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu próprio. Idealize um modelo de competência e faça sua auto-avaliação para saber o que está lhe faltando para chegar lá. Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo. Só assim não terá tempo para criticar os outros. Não acumule fracassos e sim experiências. Tire proveito de seus problemas e não se deixe abater por eles. Tenha fé e energia, acredite: Você pode tudo o que quiser. Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva, forte para vencer o medo e feliz para permitir a presença de momentos infelizes. Não viva só para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho é uma das contribuições que damos para a vida, mas não se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realizações. Finalmente, ria das coisas a sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: "A gente começa a ser feliz quando é capaz de rir da gente mesmo". (Autor desconhecido)

Dicas de FAZER o BEM faz BEM!

“Ninguém e nada cresce sozinho. Sempre é preciso um olhar de apoio. Uma palavra de incentivo. Um gesto de compreensão. Uma atitude de segurança. Devemos, assim, sermos gratos. Aos que nos ajudaram a crescer. E termos o propósito de não parar. E não passar em vão pela vida”. (autor desconhecido)

Aprender no Coletivo!

"Quanto mais rica

a experiência humana,

tanto maior será

o material disponível

para a imaginação e

a criatividade".

(Lev S. Vygostsky)


Na aventura de aprender de nossas crianças e jovens, pais e professores são a bússola para o caminho de descobertas e experiências
significativas e felizes.
(Rosangela Vali - Pedagoga e Psicopedagoga)


ATENDIMENTO PSICOPEDAGOGICO


Sou participante em...

Salmo 16:8 -
(Com ELE, nos FORTALECEMOS!)

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