quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Teoria e Prática sobre Consciência Fonológica


Definição: CF = (Consciência Fonológica)
Capacidade metalinguística que permite analisar e refletir, de forma consciente, sobre a estrutura fonológica da linguagem oral.

Características do desenvolvimento:
  • Inicia-se desde cedo.      
  • Desenvolvimento progressivo ao longo da infância.
  • Depende de:
    - Experiências linguísticas.
    - Desenvolvimento cognitivo da criança.

    -Características específicas de diferentes capacidades de CF.
    - Exposição formal ao sistema alfabético, com a aquisição de leitura e escrita.
  • Apesar deste desenvolvimento nem sempre ocorrer na mesma ordem, os estudos são unânimes quando referem que o nível mais complexo de CF e, portanto, a última capacidade a surgir, é a consciência fonêmica.
Desenvolvimento fonológico
  • 1 – 2 meses
    - Distinção dos sons com base no fonema.
  • 30 meses
    - Detecção de eventuais erros na produção do seu enunciado ou no dos outros interlocutores (auto-correcções).
  • 36 meses
    - Distinção de todos os sons da sua língua materna, pelo que consegue distinguir as cadeias sonoras aceitáveis na sua língua, corrigindo as não passíveis.
  • 3 - 4 anos

- Sensibilidade às regras fonológicas da sua língua.
- Manifestam capacidades de CF: reconhecem rimas e aliterações, identificando as primeiras.
- Prazer lúdico com as rimas através de jogos de sons e de palavras, nas quais a criança faz deturpações voluntárias, criando palavras novas (aldrabão/trapalhão – traldrabão).
- A produção de rimas é uma tarefa mais fácil, comparativamente à de segmentação de sons ou de identificação fonêmica.
- Dificuldades em identificar a palavra no contínuo sonoro, competência que é consolidada ao longo do percurso escolar. 

  • 4 anos
    -Maiores dificuldades em tarefas de consciência fonêmica quando comparada à silábica.
    - Capacidade de segmentar silabicamente unidades lexicais compostas por duas sílabas.
    - Maiores dificuldades na segmentação de palavras polissilábicas e/ou monossilábicas.
  • 5 anos
    - Capacidades metafonológicas ao nível do fonema 
    e do traço distintivo, desde que as tarefas sejam adaptadas à realidade linguística e cognitiva da criança.
  • 6 anos
    - Domínio, quase total, da capacidade de segmentação silábica. 
    - Maiores dificuldades nas tarefas relativas à consciência fonêmica  pois ainda não há o apoio da escrita. No entanto, com a aprendizagem da leitura há conhecimento adicional sobre a estrutura linguística.
    - A CF vai-se complexificando, sendo necessário receber instruções formais que explicitem as regras de correspondência dos sons da fala na escrita alfabética (relações fonema/grafema).
    - Desenvolvimento da consciência fonêmica.
  • A partir dos 6 anos- Maior desenvolvimento das capacidades metafonológicas, devido à aquisição da escrita.- Domínio de todos os níveis de CF. 

Relação entre a consciência fonológica e a
 leitura e escrita

A escrita alfabética da língua portuguesa é, essencialmente, fonêmica  a qual se estabelece através do princípio alfabético da escrita: a unidade escrita (grafema) é relacionada à unidade sonora da palavra (fonemas) (Gathercole & Bradedeley, 1993 cit. por Freitas, 2004) através da reflexão acerca dos sons da fala e sua relação com os grafemas, o que, por sua vez, requer o acesso à CF (Freitas, 2004; Teles, 2004).


Desenvolver estratégias adequadas para o processamento da aprendizagem da consciência fonológica não significa equivocar-se transformando as hipóteses da  construção da escrita, desenvolvidas nas pesquisas de Ferreiro (2010), em atividades de sala de aula. O professor precisa traçar estratégias que combine, nas atividades de sala de aula, o domínio da decodificação com o trabalho de construção de significado (Capovilla & Capovilla, 2007). 

Essas estratégias provavelmente não serão facilmente compreendidas pelo educador, devido a sua forte formação tecnicista, que o conduz às atividades pontuais, mas também por exigir intervenções pedagógicas, “mediação” na construção dessa aprendizagem. Sem dúvida, esse processo construtivo exige a formação de um educador reflexivo capaz de aplicar o seu conhecimento no monitoramento atencioso e cuidadoso. 

Portanto, não basta selecionar algumas estratégias de ensino de consciência fonológica e transpô-las para a prática. Na medida em que o educador avance no conhecimento da linguística, especialmente da fonologia, e das psicologias modernas é que poderá pensar numa prática interdisciplinar e intervir conscientemente na aprendizagem dos alunos. 

O que o educador precisa saber sobre consciência fonológica. 

A linguística, especialmente a fonologia, pode colaborar com a formação do educador acerca do conhecimento da estrutura da língua, esse conhecimento inclui a apreensão do conceito de consciência fonológica. 

Para Martins (2008), a consciência fonológica pode ser compreendida como sendo um processo em que o aluno toma consciência dos sons que compõem a fala.

Adams et al (2006) fazem uma distinção entre os termos "Consciência Fonológica" e "Consciência Fonêmica", embora esses termos muitas vezes sejam aplicados de forma generalizada. Para esses autores, o termo "Consciência Fonológica" é mais amplo, abrange todos os tipos de consciência dos sons que compõem o sistema de certa língua. Segundo eles, a consciência fonológica é composta por diferentes níveis: consciência fonêmica, consciência silábica e consciência intra-silábica.
Já o termo “Consciência Fonêmica" refere-se ao nível do fonema. Segundo os autores, a consciência fonêmica pode ser definida como a consciência de que a língua é composta por pequenos sons que são representados por letras de uma escrita alfabética chamados de fonemas. 

Ainda segundo Adams et al (2006), compreender como funciona o princípio alfabético depende de se entender que todas as palavras são compostas por sequências de fonemas. 

Isso não é muito diferente de entender que as frases são compostas de sequências de palavras, e estas, por sua vez, de sílabas. (p. 103). 

Para Adams et al (2006), uma outra distinção importante que deve ser conhecida pelos educadores é o uso de fonema e fone. O fonema é uma abstração que faz parte da língua, do sistema fonológico, mas não é pronunciado. Já o fone é concreto, são as produções dos falantes. Esses conhecimentos são importantes na prática dos educadores, 
pois, todas as vezes que estiverem trabalhando com a pronúncia de um som, estarão trabalhando com fones. Por exemplo: a professora, ao ensinar "faca" e "vaca", fará o contraste entre os dois fonemas /f/ e /v/v para que os alunos possam perceber as diferenças entre os sons de [f] e [v]. A percepção das diferenças entre os sons é que permitirá aos 
alunos construírem e distinguirem o significado de "faca" e de "vaca". 
A consciência fonêmica desenvolve nos alunos a consciência de que a língua é composta por pequenos sons e que essas pequenas unidades da fala correspondem às letras de um sistema de escrita alfabética. 

Lemle (2007) chama a atenção como esta análise é sutil. O aluno deve ter consciência dos pedacinhos que compõem a corrente de fala e perceber as diferenças de som pertinentes à diferença de letras. 

Se as letras simbolizam sons da fala, é preciso ouvir diferenças linguisticamente relevantes entre esses sons, de modo que possa escolher a letra certa para simbolizar cada som. A diferença sonora entre pé e fé, por exemplo, está apenas na qualidade da consoante inicial: o [p] é uma consoante oclusiva, enquanto o [f] é fricativa. Já as palavras toca e doca, tia e dia distinguem-se por outra característica de suas consoantes iniciais: a consoante [t] é enunciada sem voz, enquanto a consoante [d] é enunciada com voz. As palavras vim e vi têm como única diferença de pronúncia o traço de nasalidade da vogal (LEMLE,2007, p. 9). 

Para Adams et al (2006), apesar de essas diferenças serem sutis, podem sinalizar distinções profundas de significado. Isso ocorre entre "bote" e "bode", "tia" e "dia", por exemplo. As estratégias de consciência fonêmica podem favorecer o leitor em desenvolvimento a aprender a separar esses sons um do outro e a categorizá-los de forma que consigam compreender como as palavras são escritas. “Esse tipo de conhecimento explícito e reflexivo é que denominamos de consciência fonêmica” (ADAMS et al, 2006, p. 22). 6

Martins (2008) apresenta outra análise nas relações entre sons e letras em função do ambiente fonológico e indica que os alunos enfrentam muita dificuldade no processo construtivo: existem mais sons na fala do que letras para representá-los; a correspondência entre letras e fonemas não é unívoca, mas equívoca. O autor sugere que os educadores interessados em alfabetizar conheçam melhor a fonologia da língua materna, como propõe nos quadros abaixo. 


Quadro 1  
Classificação das Consoantes 

Critério: 
Modo de articulação: forma pela qual as consoantes são articuladas. 
Classificação:
a) Oclusivas: há bloqueio total do ar 
b) Constritivas: há bloqueio parcial do ar 

Critério:
Ponto de articulação: local onde a corrente de ar é articulada.
Classificação:
a) Bilabiais: ambos os lábios 
b) Labiodentais: lábios e dentes superiores 
c) Linguodentais: língua e dentes superiores 
d) Alveolares: lábios e alvéolo dos dentes 
e) Palatais: dorso da língua e céu da boca (palato)
f) Velares: parte superior da língua e palato mole 

Critério:
Função das cordas vocais
Classificação:
 a) Sonora: as cordas vocais vibram.
b) Surda: as cordas vocais não vibram 

Critério:
Função das cavidades bucal e nasal 
Classificação:
a) Orais: o ar sai somente pela boca 
b) Nasais: o ar sai pela boca e pelo nariz 
Fonte: Martins (2008)


Quadro 2
Conhecendo melhor alguns aspectos da estrutura da língua, o educador poderá diagnosticar dificuldades, como a troca de fonemas como /p/ e /b/, ambos oclusivos, para intervir de forma mais eficiente. 

Estratégias de consciência fonêmica, como rimas, ritmos, atividades de escuta, discriminação de sons, podem ajudar os alunos a encontrar semelhanças, diferenças, quantidades e ordem dos sons da fala, contribuindo para a construção do princípio alfabético. Também poderão ser desenvolvidas estratégias que ampliem a capacidade de os 
alunos analisarem as palavras em uma sequência de fonemas isolados, separando-os e sistematizando-os. Essas estratégias de análise e síntese, quando aplicadas, ampliam a consciência da palavra e da sílaba. 

Consciência da palavra e de frases 

Lemle (2007) define "palavras" como os acasalamentos de sons e sentido que utilizamos como "tijolos" na expressão dos nossos pensamentos. Para a autora, os alunos que vão aprender a escrever devem saber isolar, na corrente da fala, as unidades que são palavras, pois essas unidades deverão ser escritas entre dois espaços em branco. Pode-se compreender que assim se constrói a consciência da palavra para a autora. 

Para a literatura em geral, a consciência sintática representa a capacidade de segmentar a frase em palavras e, além disso, perceber a relação entre elas e organizá-las numa sequência que dê sentido. 

Adams et al (2006, p. 65) definem três propriedades básicas da frase: 

• As frases são cadeias linguísticas pelas quais transmitimos nossos pensamentos. 

• As frases são, por outro lado, compostas de sequências de palavras com significado, passíveis de serem faladas. 

• A presença ou ausência de significado em uma frase depende das palavras que ela venha a conter, bem como da ordem específica dessas palavras. 

Cagliari (2002) elenca várias dificuldades que um aluno pode apresentar de escrita quando não constrói a consciência da palavra. Algumas delas podem ser analisadas em sintonia com as observações de Lemle (2007). Ambos observam que na fala não existe a separação de palavras, a não ser quando marcada pela entonação do falante. Isso levará o aluno a produzir escrita do tipo "eraumaveis" ("era uma vez") - juntura intervocabular, ou segmentação indevida, como "a gora" ("agora"), "a fundou" ("afundou") ou ainda "minha miga" ao invés de "minha amiga". 

Consciência silábica 
Nas atividades de análise das palavras em unidades menores, sílabas, uma estratégia eficaz é solicitar que os alunos batam palmas escandindo as sílabas. Podem iniciar com seus próprios nomes, sussurrando e repetindo apenas com os lábios. As atividades devem ser ampliadas progressivamente, de acordo com a capacidade deles de analisar palavras em sílabas, utilizando-se de palavras diferentes, mas conhecidas e familiares para eles. 

Outras estratégias darão sequência nesse processo: determinar o número de sílabas sem bater palmas, organizar sílabas em fichas para compor palavras, contar quantas sílabas tem a palavra, contar quantas letras foram necessárias para formar a sílaba e quantas sílabas para formar a palavra. 

Atividades de análise e síntese são fundamentais na construção do princípio alfabético. 
Os linguistas e fonoaudiólogos orientam para a necessidade de ajudar o aluno a ouvir e a perceber os fones nas palavras, utilizando atividades como pronunciar os sons de uma palavra de forma muito clara e vagarosa, ou pedir aos alunos que pronunciem as palavras e sons em voz alta, para favorecer a construção da aprendizagem. Adams et al (2006) observam que essas atividades de análise precedem as atividades de síntese por exigirem um exercício cognitivo menos complexo. 
Os mesmos autores observam que os alunos, ao construírem a consciência silábica, estarão descobrindo que algumas palavras podem ser divididas em partes menores, isto é, em sílabas. Os alunos, compreendendo que as sílabas são unidades compostas por fonemas e que cada fonema é representado por um signo, as letras, sentir-se-ão competentes para criarem novas palavras a partir da construção da consciência silábica. 

Os mesmos autores desenvolvem várias estratégias como jogos de palavras, fichas, blocos ou cubos coloridos para favorecer esta construção. Observam a importância de pronunciar as palavras com clareza, mas sem distorcê-las levando em conta a ortografia. 
Por exemplo, a palavra "massa" deve ser pronunciada como "ma-ssa", e não "mas-sa" (ADAMS et al, 2006, p. 35).9

Sistematizando, as estratégias para desenvolver a consciência fonológica nos alunos seguem a linha cronológica do princípio alfabético. Segundo Adams et al (2006), os alunos aos poucos são levados a observar que as histórias são construídas a partir de frases, as frases a partir de palavras, e as palavras, de sílabas, as quais por sua vez são construídas de fonemas. Para orientar o trabalho do professor, os autores apresentam uma série de objetivos que nortearam a aplicação das atividades, são eles (ADAMS et al, 2006, p. 34): 

• Jogos de escuta: estimular a habilidade das crianças de prestarem atenção a sons de forma seletiva; 

• Jogos com rimas: usar rimas para a introdução dos sons das palavras às crianças; 

• Consciência das palavras e frases: desenvolver a consciência das crianças de que a fala é constituída por uma seqüência de palavras; 

• Consciência silábica: desenvolver a capacidade de analisar as palavras em sílabas, separando-as e sistematizando-as; 

• Introduzindo fonemas iniciais e finais: mostrar a existência de fonemas nas palavras e como o sentido da palavra muda de acordo com a mudança do fonema; 

• Introduzindo as letras e a escrita: introduzir a relação entre grafemas e sons da fala; 

• Consciência fonêmica: demonstrar a existência de uma seqüência fonêmica nas palavras; 

• Avaliando a consciência fonológica: atividades que auxiliam na avaliação do nível geral de consciência fonológica.

Vários autores afirmam que as estratégias que envolvem a consciência fonêmica só fazem sentido se os alunos já souberem distinguir com segurança uma letra da outra. É importante ressaltar que as estratégias propostas, ao serem aplicadas, precisam ser contextualizadas à realidade de cada turma e monitoradas pelo professor. 

Para Klein (1990), a alfabetização caracteriza-se pelo fato de desenvolver a textualidade e também os conteúdos pertinentes à codificação e decodificação. A alfabetização, nesse sentido, diferencia-se dos demais momentos da língua devido a essa especificidade: o ensino do código, seus elementos, valores e relações. Há, portanto, conteúdos de ensino da língua escrita que são permanentes em todo o transcurso da escolarização, mas há conteúdos que, uma vez aprendidos, estarão na produção do aluno. A alfabetização, ao cuidar da sistematização dos princípios organizadores da linguagem (codificação e decodificação) e das habilidades da linguagem (ouvir, falar, ler e escrever), 
estará construindo nos alunos conhecimentos prévios que nos anos subsequentes ao Ensino Fundamental darão condições para o letramento.

Fontes:
www.cpgls.ucg.br
http://cfonologica.blogspot.com.br/


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