sábado, 3 de março de 2012

Aprendizagem-COMO auxiliar nas DIFICULDADES!Parte 1

Professor(a)!
Compartilho ideias e troca de experiência no que possa ser útil, proveitoso e produtivo para o aprendiz(criança,adolescente e adulto) na fase de aprendizagem escolar.Não há receita pronta, mas há boa vontade e estratégias que podem dar certo.


Consideração Inicial:
Um relato de caso da Professora Kathia Regina Bazoni:
Tenho um aluno que escreve, lê, não é desatento, mas ele é muuuuuuuuuuuuuuuuito lento para copiar. Ele passa o tempo todo copiando e não tem rendimento! O que pode estar acontecendo com ele? será que eu posso ajudá-lo de alguma forma? Estou lecionando para o 4º ano. Aguardo resposta! Bjs...


Toy BlocksUma questão relevante:
Trago a experiência que aprendizagem ocorre quando professor(a) e aprendiz  se aproximam de maneira acolhedora, tranquila, natural, educada, afetiva e de confiança. Que todos aprendem a seu modo e ao seu tempo, principalmente nos anos iniciais de escolarização, a base para todo o percurso acadêmico.
O desenvolvimento do aprendiz tem uma forte ligação com o ambiente em que vive, sua relação cultural e principalmente a maneira como a família se relaciona com ele.


Segundo Burt (Teoria da Inteligência 1962) “o aluno lento parece ser uma criança que está sofrendo ou sofreu, durante sua vida pré-escolar, não só de um só mal bem definido, mas de uma pluralidade de pequenos males, que trabalharam em conjunto para manifestarem e manterem um estado geral mais fraco em relação à vitalidade física”. Este estado chamado de “debilidade geral” é parcialmente devido a condições pré-natais e de ambiente – má alimentação nos primeiros anos, infecções, falta de alimentação e sono adequados, preocupações e fadigas excessivas pelos incontáveis males que impedem seu crescimento sabotando sua energia. Isso tudo num ambiente insalubre e anti-higiênico. Ele ainda apresenta dificuldades de audição e visão que deve ser corrigida, pois qualquer dificuldade de ordem física que for superada trará grande contribuição para o conforto e a melhoria do processo ensino-aprendizagem.

Não é viável atribuir ao próprio aprendiz o seu fracasso, considerando que haja algum comprometimento no seu desenvolvimento psicomotor, cognitivo, linguístico ou emocional (conversa muito, é lento, não faz a lição de casa, não tem assimilação, entre outros.), desestruturação familiar, sem considerar, as condições de aprendizagem que a escola oferece e os outros fatores intra-escolares que favorecem a não aprendizagem.


A aprendizagem escolar também é considerada um processo natural, que resulta de uma complexa atividade mental, na qual o pensamento, a percepção, as emoções, a memória, a motricidade e os conhecimentos prévios estão envolvidos e onde o aprendiz deva sentir o prazer em aprender.

Portanto, recomendo que todo professor(a) atue com uma postura focada  e direcionada ao olhar, à obervação e ao registro periódico  sobre  a  dinâmica  e procedimentos necessários que possam estar auxiliando cada aprendiz na sua forma particular de aprender.


Algumas dicas que podem auxiliar nesse processo:
-observar aspectos físicos e orgânicos. A saúde está bem? Há sintomas de palidez, baixa estatura, baixo peso, muita sonolência, tremura, tristeza extrema,... nestes casos, é primordial chamar a família para conversar;
-dialogar com o aprendiz sobre sua rotina em casa.Verificar seus hábitos, seus costumes, estímulos ou não, externos à escola. Se necessário converse com a família se identificar algo que não esteja condizente;
-conforme o caso, providenciar encaminhamentos para profissionais da área da saúde ou educação;
-anotar suas obervações e enaltecer os pontos positivos do aprendiz;
-mostrar a ele o que já consegue fazer com autonomia e iniciativa. 
-adaptar o currículo quanto ao número de atividades, registro(cópia), selecionar e  fazer com que o conteúdo seja mais significativo para ele, caso de lentidão motora, desmotivação para o estudo;
-oportunizar ao aprendiz situações de aprendizagem que indiretamente façam-no    expor e ressaltar  suas habilidades  nas áreas do conhecimento em letras, números, desenhos, música, teatro,etc;


Essencial:
*Fazer um trabalho de conquista, pouco a pouco, na relação professor/aprendiz  e aprendiz/aprendizagem e oferecer a ele constantemente reforço positivo verbal e escrito. Possibilitar ser destaque em alguma atividade. Valorizá-lo no grupo.
*Não rotular o aprendiz de lento, de preguiçoso e desatento. Geralmente as crianças lentas têm um limite de alcance da atenção mais curto, mas isso não é sua principal característica. 
*Procurar dar maior significação e finalidade às disciplinas e atividades, sempre com uso de material concreto e aquela chegada de pelo menos 10 minutos diários em sua carteira. 
Art Students
Fazer valer que o aprendiz acredite 
que você acredita nele e não desiste!



Contato:
Rosangela  Vali / Pedagoga e Especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional.
E-mail: rosangelavali@hotmail.com
              http:/psicopedagogiablogspot.com/

3 comentários :

  1. Obrigada Rosangela... estou no caminho certo! Vou focar ainda mais nele e continuar com a estratégia q eu estava desenvolvendo com ele! Grande abraço!!!

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    Respostas
    1. Muito bem amiga!
      Acreditar e investir sempre no aprendiz, a base para aprendizagem.Usar e abusar de estratégias e reforços positivos.
      Parece pouco, mas faz a diferença.
      Tenha sucesso e até mais!
      Um abraço, Rosangela

      Excluir
  2. 0lá Rosangela obrigada pela visita...Volte sempre!! já estou seguindo... AMEI♥seu blog!!bjos

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Um abraço, Rosangela

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Na aventura de aprender de nossas crianças e jovens,
pais e professores são a bússola para o caminho de
descobertas e aprendizagens significativas e felizes.
(Rosangela Vali - Pedagoga e Psicopedagoga)

"Somos diferentes, mas não queremos ser transformados em desiguais. As nossas vidas só precisam ser acrescidas de recursos especiais".

(Peça de teatro: Vozes da Consciência,BH)

MotivAÇÃO FAZ BEM!

Hoje Acordei Para Vencer! A automensagem positiva logo pela manhã é um estímulo que pode mudar o seu humor, fortalecer sua autoconfiança e, pensando positivo, você reunirá forças para vencer os obstáculos. Não deixe que nada afete seu estado de espírito. envolva-se pela música, cante ou ouça. Comece a sorrir mais cedo. ao invés de reclamar quando o relógio despertar, agradeça a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia. O bom humor é contagiante: espalhe-o. Fale de coisas boas, de saúde, de sonhos, com quem você encontrar. Não se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que há de bom dentro de si. Não viva emoções mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o máximo das pequenas coisas. Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que você as estima e precisa delas. Repense seus valores e dê a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz. Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obrigações atraentes, tenha garra e determinação. Mude, opine, ame o que você faz. Não trabalhe só por dinheiro e sim pela satisfação da "missão cumprida". Lembre-se: nem todos têm a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor. Transforme seus momentos difíceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando soluções ao invés de problemas. Veja o lado positivo das coisas e assim você tornará seu otimismo uma realidade. Não inveje. Admire! Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu próprio. Idealize um modelo de competência e faça sua auto-avaliação para saber o que está lhe faltando para chegar lá. Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo. Só assim não terá tempo para criticar os outros. Não acumule fracassos e sim experiências. Tire proveito de seus problemas e não se deixe abater por eles. Tenha fé e energia, acredite: Você pode tudo o que quiser. Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva, forte para vencer o medo e feliz para permitir a presença de momentos infelizes. Não viva só para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho é uma das contribuições que damos para a vida, mas não se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realizações. Finalmente, ria das coisas a sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: "A gente começa a ser feliz quando é capaz de rir da gente mesmo". (Autor desconhecido)

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“Ninguém e nada cresce sozinho. Sempre é preciso um olhar de apoio. Uma palavra de incentivo. Um gesto de compreensão. Uma atitude de segurança. Devemos, assim, sermos gratos. Aos que nos ajudaram a crescer. E termos o propósito de não parar. E não passar em vão pela vida”. (autor desconhecido)

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(Rosangela Vali - Pedagoga e Psicopedagoga)


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