segunda-feira, 23 de abril de 2012

Autoestima-ConstruAção!

Razão e emoção, os fundamentos 
   Sugere-se recordar sobre o principal significado da autoestima. É a confiança na eficiência da nossa mente, em nossa capacidade de aprender, de fazer escolhas e tomar decisões apropriadas e lidar com mudanças.
   Acredita-se na existência de duas mentes. Uma que se emociona, sente, comove, adapta. Outra que compreende, analisa, pondera, reflete.
   O psicólogo Goleman (1995) após intensa pesquisa científica, afirmou que se é impulsionado pela emoção, cujo controle é essencial para o desenvolvimento da inteligência do indivíduo.
    A emoção está para a razão assim como o prazer está para o aprendizado.
  A autoestima é a ferramenta que movimenta os estímulos para gerar bons resultados.
     A autoestima exige assertividade.

A construção da afetividade  à  autoestima segundo Henri Wallon

O modelo de análise ao pensar o desenvolvimento humano, foi desenvolvido por Wallon (1981) que estudou-o a partir da ênfase dada ao desenvolvimento psíquico da criança Wallon (1981) realiza um estudo que é centrado na criança contextualizada, onde o ritmo no qual se sucedem as etapas do desenvolvimento é descontínuo.
       Wallon (1981) propõe a psicogênese da pessoa completa, ou seja, o estudo integrado do desenvolvimento considera o sujeito como “geneticamente social” segundo ele é preciso  estudar a criança contextualizada  observando os aspectos: afetivo, motor e cognitivo.

              Apresenta as fases de desenvolvimento psíquico da criança:
                                                       
-Personalista: inicia no primeiro ano de vida pela interação com os objetos e seu próprio corpo e no terceiro ano de vida inicia o conflito eu-outro, 
onde se opõe a tudo que julga diferente e que venha do outro.
-Socialização:compreende o período dos seis aos sete anos, onde a educação se torna obrigatória. Não pertence mais unicamente ao grupo familiar. Começa a fazer parte  de grupos diferentes.

No caso da criança, no qual entre ela e o objeto a conhecer existe um mediador, geralmente na pessoa de um adulto que ensina, a calidez da veiculação afetiva entre eles catalisa poderosamente a reação que resulta na apreensão do objeto pelo sujeito (DANTAS, 1990).

         Percebe-se  que é fundamental lembrar da disciplina como necessária para se evitar as futuras perturbações de caráter, mas que tem, na sala de aula, um espaço adequado para ser trabalhada.
     É equivocado pensar em um padrão de postura que garanta toda atenção em qualquer atividade, pois, muitas vezes, é a variação na posição do corpo que propicia melhor e maior atenção na atividade que a criança está realizando. Percebe-se que, ao longo do desenvolvimento da criança, que uma série de fatores contribuem para sua formação enquanto ser social.

        ...Refletindo...
v   Acredita-se que a maioria dos professores quer dar sua contribuição  positiva às mentes confiadas a seus cuidados.

v   Se às vezes prejudicam, não têm intenção de fazê-lo.

v   As crianças observam seus professores em parte para aprender o comportamento adulto apropriado.

v   Considera-se que a aprendizagem ocorre com o que  é vivido.

v   Para estimar-se é preciso que se tenha sido aceito, querido e valorizado. 

v   A autoestima é algo que pode ser aprendido.

     Recomenda-se não como um receituário, mas como um roteiro de sugestões, para compreender  que a criança  sente-se amada quando:
    -Precisa de consolo e encontra braços abertos: mãos que lhe acariciam o joelho ferido ou enxugam suas lágrimas, quando está triste ou de mau humor;
          -Ouve uma história aconchegada no colo, recebendo carícias;
          -O tom de voz lhe é agradável e suave, produzindo-lhe um ambiente sereno e sem tensão. As frases ditas (“-Gosto de você!” “-Amo você”) talvez lhe sejam a melhor coisa;
          -Não é comparada a outra, mas se aceita como é (Quando preciso, diga-lhe que não aprova ou não gosta de certas coisas que ela faz, mas deixe claro que gosta sempre dela);
          -A criança observa o seu modelo, por isso procure sorrir sempre e cuidar do seu modo de agir diante dela
          -Procure ser justo;
          -Saiba dizer não, os limites devem ser colocados desde cedo;
         -Ofereça-lhe segurança e não lhe negue a mão. Que ela assim não tenha medo, face às novas experiências que lhe são propostas. Quanto mais coisas ela realiza, mais segura se sente.
         -Se necessário, não tema incentivá-la a brincar com outras crianças, fazendo com que se relacione com pessoas diferentes. E a frente destas, que nunca se sinta envergonhada, nem ridicularizada.


                  Texto de Rosangela L. Scheuer - 2001

Um comentário :

  1. Rosangela adorei o seu Blog. Gostei da sua visão sobre a autoestima infantil. Sou psicóloga e tenho um blog sobre psicologia. Se quiser me visita www.veronicaribeiro.blogspot.com.br . Te encontro lá.

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Na aventura de aprender de nossas crianças e jovens,
pais e professores são a bússola para o caminho de
descobertas e aprendizagens significativas e felizes.
(Rosangela Vali - Pedagoga e Psicopedagoga)

"Somos diferentes, mas não queremos ser transformados em desiguais. As nossas vidas só precisam ser acrescidas de recursos especiais".

(Peça de teatro: Vozes da Consciência,BH)

MotivAÇÃO FAZ BEM!

Hoje Acordei Para Vencer! A automensagem positiva logo pela manhã é um estímulo que pode mudar o seu humor, fortalecer sua autoconfiança e, pensando positivo, você reunirá forças para vencer os obstáculos. Não deixe que nada afete seu estado de espírito. envolva-se pela música, cante ou ouça. Comece a sorrir mais cedo. ao invés de reclamar quando o relógio despertar, agradeça a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia. O bom humor é contagiante: espalhe-o. Fale de coisas boas, de saúde, de sonhos, com quem você encontrar. Não se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que há de bom dentro de si. Não viva emoções mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o máximo das pequenas coisas. Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que você as estima e precisa delas. Repense seus valores e dê a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz. Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obrigações atraentes, tenha garra e determinação. Mude, opine, ame o que você faz. Não trabalhe só por dinheiro e sim pela satisfação da "missão cumprida". Lembre-se: nem todos têm a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor. Transforme seus momentos difíceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando soluções ao invés de problemas. Veja o lado positivo das coisas e assim você tornará seu otimismo uma realidade. Não inveje. Admire! Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu próprio. Idealize um modelo de competência e faça sua auto-avaliação para saber o que está lhe faltando para chegar lá. Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo. Só assim não terá tempo para criticar os outros. Não acumule fracassos e sim experiências. Tire proveito de seus problemas e não se deixe abater por eles. Tenha fé e energia, acredite: Você pode tudo o que quiser. Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva, forte para vencer o medo e feliz para permitir a presença de momentos infelizes. Não viva só para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho é uma das contribuições que damos para a vida, mas não se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realizações. Finalmente, ria das coisas a sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: "A gente começa a ser feliz quando é capaz de rir da gente mesmo". (Autor desconhecido)

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“Ninguém e nada cresce sozinho. Sempre é preciso um olhar de apoio. Uma palavra de incentivo. Um gesto de compreensão. Uma atitude de segurança. Devemos, assim, sermos gratos. Aos que nos ajudaram a crescer. E termos o propósito de não parar. E não passar em vão pela vida”. (autor desconhecido)

Aprender no Coletivo!

"Quanto mais rica

a experiência humana,

tanto maior será

o material disponível

para a imaginação e

a criatividade".

(Lev S. Vygostsky)


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