segunda-feira, 7 de maio de 2012

Construção da Matemática - Alfabetização


Sabe-se que a criança tem contato com o número mesmo antes de ingressar na escola: número da casa, idade, telefone, data de nascimento, etc.
A partir dos primeiros contatos com a numeração dentro e fora da escola o estudante começa a estabelecer as primeiras hipóteses a respeito do processo de representação de quantidade, necessárias para compreender o Sistema de Numeração Decimal.

Nesta postagem  há algumas atividades para alfabetização que além de importantes, são pura diversão para a criançada.

• Inicialmente, é importante fazer explorações com cada número relacionando símbolo e quantidade: contar objetos, o próprio corpo.

• Contar objetos iguais: tampinhas, palitos, os dedos, os próprios alunos.

• Na construção do 3 já é possível fazer outras atividades como promover corridas e contar “1,2,3” para dar a largada. Esconder um brinquedo na sala e o aluno tem apenas 3 chances de encontrá-lo. Inventar uma história com três personagens.

• Em relação ao 4, já é possível explorar os veículos (quantas rodas?).

• A idéia do zero pode ser trabalhada através da subtração: tinha dois biscoitos, comi um, fiquei com um, comi outro e fiquei sem nada. (oralmente e manipulando objetos).

• Outra idéia importante é a de ponto de partida. “Se você está na linha de partida e ainda não se mexeu, quanto você andou?” (utilizar essa idéia em jogos, brincadeiras, etc.) A régua também é um ótimo material para perceber o zero com ponto de partida.• Sair da classe na hora do recreio e pedir que cada criança que saia diga um número em seqüência. (alternar a saída dos alunos em momentos diferentes para que todos possam perceber a seqüência numérica)

Começar a contar a partir de números maiores que 1.
• Brincadeiras cantadas: 
“Um, dois, feijão com arroz
Três, quatro, feijão no prato
Cinco, seis, feijão japonês
Sete, oito, feijão com biscoito
Nove, dez, feijão com pastéis”

“A galinha do vizinho bota ovo amarelinho
Bota um, bota dois, bota três, bota quatro,
Bota cinco, bota seis, bota sete, bota oito,bota nove, bota dez!”

• Organizar com os alunos (eles devem fazer as construções dos materiais) bolinhas (ou similares) dentro de um saquinho transparente, marcar no saquinho o número referente à quantidade de bolinhas do saquinho. Pedir que a criança pegue, por exemplo, 5 bolinhas, ela poderá pegar o saquinho marcado com o número 5, ou o saquinho com 2 e 3, já trabalhando a ideia da subtração.

• Com os Blocos Lógicos:
a) Uma criança escolhe uma peça, e outras tentam tirar uma bem parecida.
b) Pedir as crianças por negação de atributo, uma peça que não seja azul.
c) Elaborar um cartaz, dividido em quatro partes, cada parte representa uma classe.

• Observar a fila que formam para, fazer brincadeiras colocando os alunos em fila sendo um menino e uma menina, por ordem de tamanho (do menor para o maior e vice-versa).

• Pedir às crianças que montem um colar ou um enfeite para sala com sucatas como: tampinhas, caixinhas, papéis, entre outros (em situações significativas: festa junina, apresentações, entre outras).

• Observar o calendário.

• Fábrica de fósforos: cada 6 palitos de fósforos serão colocados em uma caixa. A seguir, a cada 6 caixas completas serão colocadas em um saquinho de papel, ou seja a cada 6 elementos de um tipo trocamos por 1 elemento do tipo seguinte (palitos por caixa, caixas por saquinho). Após o fim da tarefa os alunos devem contar quem tem mais palitos. (variar a base)

• Sozinho, rodinha, corrente: os alunos devem formar grupos conforme o pedido do professor, por exemplo, suponhamos que haja 31 alunos. O professor pede grupos com 5 alunos, cada grupo formará uma rodinha, a cada grupo de 5 rodinhas teremos uma corrente. (variar a base)

• Resolva os problemas, desenhando em seguida. Use a linguagem matemática. Algumas crianças estavam brincando de mãe-pega: 5 já tinham sido pegas e 6 ainda estavam correndo. Quantas crianças estavam brincando?João estava jogando bafo com um amigo. Ele tinha 9 figurinhas e ao término do jogo estava somente com 5. Quantas figurinhas João perdeu para o amigo?

• Observando a régua quebrada (apresentar uma régua, quebrada no início e no final, que inicie a partir do 7 e vá até 30), responda as seguintes perguntas:
a) A régua está completa?
b) Que números estão faltando no início da régua?
c) Essa régua está quebrada no final e só mostra números até 25, mas ela vai até o 30.
d) Que números estão faltando no final?

• “Música da Dona Aranha” (cantar com os alunos).
a) O que a Dona Aranha poderia fazer para subir na parede e não cair mais por causa da chuva? (sugestão: usar tênis que não escorreguem)
b) Quantas patas tem uma aranha?
c) Quantos pares de tênis teríamos que arranjar para Dona Aranha?
d) Quantos tênis são?

• Para realização de um joguinho, é preciso dividir igualmente essas (12) fichas entre os (4) jogadores. Faça a divisão e responda:
a) Quantas fichas havia para dividir?
b) Quantas crianças receberam as fichas?
c) Quantas fichas cada criança recebeu?(atividade realizada com o material)

• Observe estas embalagens: pirulitos (10) e (35).
a) Quantas unidades há no pacote menor? E no maior?
b) Quantos pirulitos há dentro dessa embalagem? (10) Represente com desenhos.
c) E nesse pacote há quantos pirulitos?(35)4) Com esta quantidade forme grupos de dez.
d) Quantos grupos de 10 você formou?
e) Quanto pirulitos sobraram?
f) Quantos pirulitos há dentro da caixa?

• Observe estes pacotes: três pacotes com 10 pirulitos
a) Quantos pirulitos há em cada pacote?
b) Juntando os pirulitos dos três pacotes, quantos pacotes teríamos?
c) Quantos pacotes menores (com 10) seriam necessários para conseguir a quantidade de pirulitos do pacote maior (com 35) ?
d) Sobraram pirulitos? Quantos?

Dinheiro
a) Trabalhar com trocas, sempre manipulando o dinheiro (notas desenhadas): quantas notas de 1 real são necessárias para trocar por uma nota de 5 reais? E de 10 reais?
b) Trabalhar a situação inversa.
c) Atividades que envolvam compra, venda e troco.

Palitinhos e outros materiais
a) Trocas com os palitinhos utilizando bases diferentes.
b) Trocas com cartões coloridos.
c) Utilizar objetos diferentes: 3 palitos, trocar por uma tampinha, 3 tampinhas trocar por uma caixinha.
d) Trocas com os palitinhos na base 10 formando grupos e desfazendo-os.
e) Construir um cartaz de pregas individual para colocar os palitinhos (base 10).

Fonte: http://www.cidadedoconhecimento.org.br/cidadedoconhecimento/index.php?portal=480&con=1055


CORES...QUANTIDADES...NÚMEROS...DIVERSÃO!!!


O jogo contribui muito para desenvolver o raciocínio da criança.
No jogo com os dados de cores, quantidades e números e com as tampinhas de garrafa pet, as crianças tiveram a oportunidade de construir conhecimentos. 





Qual a cor? qual a quantidade? quais tampinhas devo pegar?






Construindo sequências!

Fonte: http://projetoscomarte.blogspot.com/

3 comentários :

  1. ótimas atividades! Lúdicas, prazerosas de se trabalhar.

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  2. Oi Rosangela, com certeza, trabalhar a matemática utilizando atividades lúdicas, é mais interessante e a aprendizagem é mais eficiente.
    Gosto deste Blog e sempre passo aqui para fazer uma parada obrigatória para auxiliar o meu trabalho como educadora. Obrigada e parabéns pelo excelente trabalho!
    Coloquei o link do seu Blog no meu para que outras pessoas possam acessá-lo.
    Um abração! :D
    http://baudaarteira.blogspot.com/

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  3. Olá!Vim te fazer uma visitinha rs.Tenho certeza que as professoras que virem essa postagem irão adorar.Muito boa,até pras mães que repassam com os filhos em casa é ótimo.Bjos querida e até!

    ResponderExcluir

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Um abraço, Rosangela

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Na aventura de aprender de nossas crianças e jovens,
pais e professores são a bússola para o caminho de
descobertas e aprendizagens significativas e felizes.
(Rosangela Vali - Pedagoga e Psicopedagoga)

"Somos diferentes, mas não queremos ser transformados em desiguais. As nossas vidas só precisam ser acrescidas de recursos especiais".

(Peça de teatro: Vozes da Consciência,BH)

MotivAÇÃO FAZ BEM!

Hoje Acordei Para Vencer! A automensagem positiva logo pela manhã é um estímulo que pode mudar o seu humor, fortalecer sua autoconfiança e, pensando positivo, você reunirá forças para vencer os obstáculos. Não deixe que nada afete seu estado de espírito. envolva-se pela música, cante ou ouça. Comece a sorrir mais cedo. ao invés de reclamar quando o relógio despertar, agradeça a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia. O bom humor é contagiante: espalhe-o. Fale de coisas boas, de saúde, de sonhos, com quem você encontrar. Não se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que há de bom dentro de si. Não viva emoções mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o máximo das pequenas coisas. Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que você as estima e precisa delas. Repense seus valores e dê a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz. Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obrigações atraentes, tenha garra e determinação. Mude, opine, ame o que você faz. Não trabalhe só por dinheiro e sim pela satisfação da "missão cumprida". Lembre-se: nem todos têm a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor. Transforme seus momentos difíceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando soluções ao invés de problemas. Veja o lado positivo das coisas e assim você tornará seu otimismo uma realidade. Não inveje. Admire! Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu próprio. Idealize um modelo de competência e faça sua auto-avaliação para saber o que está lhe faltando para chegar lá. Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo. Só assim não terá tempo para criticar os outros. Não acumule fracassos e sim experiências. Tire proveito de seus problemas e não se deixe abater por eles. Tenha fé e energia, acredite: Você pode tudo o que quiser. Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva, forte para vencer o medo e feliz para permitir a presença de momentos infelizes. Não viva só para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho é uma das contribuições que damos para a vida, mas não se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realizações. Finalmente, ria das coisas a sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: "A gente começa a ser feliz quando é capaz de rir da gente mesmo". (Autor desconhecido)

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